Equipe da vidraçaria Vidros Couto
Legado Familiar
Não é só o que fazemos, é como fazemos e porque fazemos
Desde criança, o cheiro que eu mais conhecia era uma mistura de silicone e poeira de vidro. Eu via meu pai, com as mãos calejadas e um olhar concentrado, transformar uma simples chapa de vidro em uma promessa cumprida para um cliente. Mas, para mim, aquele era o mundo dele, não o meu. Você já sentiu que seu destino estava escrito, mas em uma caligrafia que não parecia ser a sua?
Minha lembrança mais antiga do meu pai é ver ele chegando em casa de ônibus, depois de um longo dia de trabalho, apoiando um punhado de vidros no ombro. Eu via ele cortando os vidros até tarde, pra instalar no dia seguinte.
Uma coisa que me marcou muito foi a ética de trabalho do meu pai, o senhor Waldemar Couto. Lembro de passarmos por problemas financeiros quando a empresa em que meu pai trabalhava, a Vidros Brasileiro, abriu falência. Ele tinha um último serviço e podia ter se revoltado com a empresa, deixando o serviço pela metade. Mas ele sempre dizia: “Eu tenho um nome a zelar”. E por isso terminou o serviço. Ele carregou essa mesma ética ao abrir a sua própria vidraçaria no bairro Jardim Maria Antônia, Sumaré, SP. Por muitos anos, a honestidade e seriedade do meu pai no relacionamento com os clientes me fazia sentir orgulho dele. Nunca vi um cliente cobrar algo que meu pai havia deixado de cumprir.
Sou o caçula de 4 irmãos. Dois deles escolheram a profissão do nosso pai, se tornaram vidraceiros experientes, e abriram suas próprias vidraçarias. Mas eu tinha outros planos. Aos 19 anos, passei num concurso, e me tornei funcionário público. Com a estabilidade desse emprego, meu futuro parecia estar traçado. Mas 7 anos depois, minha vida tomou outro rumo.
"Temos um nome a zelar"
Em 2010, minha mãe descobriu que estava com câncer. Em 2012, infelizmente ela faleceu. Meu pai, já com certa idade, fechou a vidraçaria.
Ver aquele lugar sempre tão cheio de vida, abandonado, empoeirado, me deixava muito triste.
Meu pai tinha construído uma excelente reputação ao longo de décadas. Os clientes continuavam procurando seus serviços. Então, em 2014, decidi reabrir a vidraçaria, atendendo os clientes principalmente nos fins de semana. Nesse recomeço, meu irmão Ney foi meu braço direito; sem ele, eu não teria dado conta.
Algum tempo depois aceitei fazer um serviço difícil em um condomínio, que outras vidraçarias tinham rejeitado. Foi meu primeiro serviço daquele porte. E aquela conquista me fez sentir que estava no caminho certo.
Mas a minha maior conquista foi quando reformei a fachada da vidraçaria. Meu pai, que antes ficou preocupado se eu conseguiria administrar a vidraçaria, fez o primeiro elogio sobre a vidraçaria. Naquele momento, eu não era mais só o filho do vidraceiro, eu estava construindo o meu próprio caminho.
Eu aprendi que o meu maior medo, o de não conseguir manter a reputação do meu pai, era na verdade a minha maior força. Essa preocupação me fez ser ainda mais cuidadoso, mais dedicado, e a entregar o melhor em cada serviço, assim como ele fazia. A tradição não era um peso, mas a base sólida sobre a qual eu poderia inovar.
Eu costumava pensar que honrar meu pai era seguir exatamente os seus passos. Hoje eu entendo que a verdadeira honra está em pegar o que ele me ensinou — a honestidade, o respeito pelo cliente — e levar isso adiante, adaptando-se aos novos tempos, inovando e fazendo o negócio crescer de uma forma que ele nunca imaginou.
É por isso que na Vidros Couto nós não vendemos apenas vidros. Nós entregamos a confiança de um nome que está há duas gerações no mercado, com a inovação e a agilidade que os tempos modernos exigem. Cada projeto que entregamos — seja um box de vidro temperado ou um projeto grande com esquadria de alumínio — carrega a história de um pai que me inspirou e a paixão de um filho que busca honrar esse legado.
Hoje, como vidraceiro em Sumaré, eu, Clayton Couto, carrego o nível de exigência que vi naquelas chapas de vidro instaladas por meu pai. Cada instalação que a Vidros Couto realiza no Jardim Maria Antônia, Nova Veneza, Matão, ou em qualquer bairro de Sumaré é assinada por essa história.
"Cada projeto carrega a história de um pai que me inspirou e a paixão de um filho que busca honrar esse legado."
Se você busca um serviço que une tradição e modernidade, qualidade e confiança, entre em contato conosco. Deixe-nos fazer parte da sua história.
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